<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>International Marketing Consulting sas</title>
	<atom:link href="http://www.minerviniexport.com/pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.minerviniexport.com</link>
	<description>Esportare con metodo</description>
	<lastBuildDate>Sat, 28 Jan 2012 08:54:17 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>pt</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" />
		<item>
		<title>Brasil:Montadoras europeias falam em antecipar investimento no Brasil</title>
		<link>http://www.minerviniexport.com/pt/2012/01/12/brasilmontadoras-europeias-falam-em-antecipar-investimento-no-brasil/</link>
		<comments>http://www.minerviniexport.com/pt/2012/01/12/brasilmontadoras-europeias-falam-em-antecipar-investimento-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 10:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicola Minervini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos-pt]]></category>
		<category><![CDATA[Export]]></category>
		<category><![CDATA[america latina]]></category>
		<category><![CDATA[brasile]]></category>
		<category><![CDATA[come entrare in Brasile]]></category>
		<category><![CDATA[consulenza brasile]]></category>
		<category><![CDATA[esportare in Brasile]]></category>
		<category><![CDATA[Export News]]></category>
		<category><![CDATA[investire in Brasile]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[nicola minervini]]></category>
		<category><![CDATA[noticias dal mundo]]></category>
		<category><![CDATA[o exportador]]></category>
		<category><![CDATA[vendere in Brasile]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.minerviniexport.com/?p=2450</guid>
		<description><![CDATA[


10/01/2012 &#8211; 08h30
Montadoras europeias falam em antecipar investimento no Brasil 

FELIPE NÓBREGA
 ENVIADO ESPECIAL A DETROIT
Apesar de o mercado norte-americano estar em franca recuperação, marcas de luxo europeias como BMW e Mercedes estão preocupadas com o desdobramento da crise no Velho Continente e já falam em antecipar seus planos de investir no Brasil.
Com 3,6 milhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>10/01/2012 &#8211; 08h30</p>
<p><strong>Montadoras europeias falam em antecipar investimento no Brasil </strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>FELIPE NÓBREGA</strong><br />
 ENVIADO ESPECIAL A DETROIT</p>
<p>Apesar de o mercado norte-americano estar em franca recuperação, marcas de luxo europeias como BMW e Mercedes estão preocupadas com o desdobramento da crise no Velho Continente e já falam em antecipar seus planos de investir no Brasil.</p>
<p>Com 3,6 milhões de emplacamentos acumulados em 2011, o país ultrapassou a Alemanha e passou a ser o quarto maior consumidor de carros novos do mundo.<span id="more-2450"></span></p>
<p>&#8220;Os estudos [para a produção de um modelo BMW no Brasil] estão em um estágio bastante avançado. Talvez nos próximos dois meses anunciemos os investimentos. No momento, ainda negociamos com dois Estados&#8221;, disse Ludwing Willisch, presidente da marca nos EUA, no Salão de Detroit.</p>
<p>O modelo médio é um dos candidatos, junto com o jipinho X1, a ser produzido no país, segundo Willisch. Ambos estão no topo da lista dos mais vendidos pela marca no Brasil, com quase 8.500 emplacamentos no ano.</p>
<p>A pressa também tem relação com a elevação de 30% do IPI (imposto sobre produtos Industrializados) para carros importados.</p>
<p>A Mercedes, que projeta dobrar suas vendas no Brasil nos próximos dois anos, chegando a 20 mil unidades, cogita voltar a produzir um modelo compacto em Juiz de Fora (MG). A minivan Classe A, fabricada entre 1999 e 2005, não alcançou os patamares esperados para a época.</p>
<p>A norte-americana Chrysler também confirmou que, a partir de 2014, iniciará a produção de um utilitário esportivo compacto no Brasil.</p>
<p>O modelo será feito em conjunto com a Fiat na futura fábrica em Pernambuco e levará o logotipo da Jeep.</p>
<p>O jornalista <strong>FELIPE NÓBREGA</strong> viajou a convite da Anfavea.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.minerviniexport.com/pt/2012/01/12/brasilmontadoras-europeias-falam-em-antecipar-investimento-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil:Executivos vêm trabalhar no Brasil e não querem ir embora</title>
		<link>http://www.minerviniexport.com/pt/2012/01/12/brasilexecutivos-vem-trabalhar-no-brasil-e-nao-querem-ir-embora/</link>
		<comments>http://www.minerviniexport.com/pt/2012/01/12/brasilexecutivos-vem-trabalhar-no-brasil-e-nao-querem-ir-embora/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 10:28:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicola Minervini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos-pt]]></category>
		<category><![CDATA[Export News]]></category>
		<category><![CDATA[america latina]]></category>
		<category><![CDATA[brasile]]></category>
		<category><![CDATA[come entrare in Brasile]]></category>
		<category><![CDATA[consulenza brasile]]></category>
		<category><![CDATA[esportare in Brasile]]></category>
		<category><![CDATA[Export]]></category>
		<category><![CDATA[investire in Brasile]]></category>
		<category><![CDATA[latinamerica]]></category>
		<category><![CDATA[nicola minervini]]></category>
		<category><![CDATA[o exportador]]></category>
		<category><![CDATA[vendere in Brasile]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.minerviniexport.com/?p=2446</guid>
		<description><![CDATA[
Valor economico
11/01/2012 às 00h00


Executivos vêm trabalhar no Brasil e não querem ir embora
Por Adriana Fonseca &#124; De São Paulo
Ampliar imagem
Em vez de ir para outro país, o sueco Anders Norinder, ex-presidente da Volvo, preferiu se desligar da empresa para ficar
Presidente da Volvo Cars na América Latina até novembro passado, o sueco Anders Norinder viu seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="&quot;Valor Econômico.&quot; " href="http://www.valor.com.br/"></a></p>
<p>Valor economico</p>
<p>11/01/2012 às 00h00</p>
<ul>
</ul>
<p><strong>Executivos vêm trabalhar no Brasil e não querem ir embora</strong></p>
<p>Por <strong>Adriana Fonseca | De São Paulo</strong></p>
<p><a title="Ampliar imagem" href="http://www.valor.com.br/sites/default/files/images/foto10carr-201-volvo-d10.jpg">Ampliar imagem</a></p>
<p><a href="http://www.valor.com.br/sites/default/files/images/foto10carr-201-volvo-d10.jpg"></a>Em vez de ir para outro país, o sueco Anders Norinder, ex-presidente da Volvo, preferiu se desligar da empresa para ficar</p>
<p>Presidente da Volvo Cars na América Latina até novembro passado, o sueco Anders Norinder viu seu contrato de expatriação acabar e, com ele, a obrigação de ter que deixar o Brasil. &#8220;A empresa impõe limites no tempo de permanência dos executivos no exterior. Com o meu terminando, eu tinha duas opções: continuar na Volvo, mas em outro país, ou deixar a companhia e permanecer no Brasil&#8221;, conta Norinder, que escolheu a segunda alternativa.<span id="more-2446"></span></p>
<p>O executivo chegou no Brasil pela primeira vez em 1999, expatriado pela Volvo. Ficou até 2005, quando foi transferido para o México. Em 2009, regressou ao país para comandar as operações da companhia na América Latina do escritório em São Paulo. No tempo em que viveu no Brasil, Norinder casou-se com uma brasileira, se separou e tem dois filhos nascidos aqui. Ele conta que a família pesou na decisão por continuar no país, pois não queria ficar longe das crianças.</p>
<p>Além disso, o executivo sueco desenvolveu boa parte de sua carreira na América Latina. Com isso, tem contatos profissionais mais sólidos aqui do que na Europa. A situação econômica do Brasil também influenciou sua decisão. &#8220;Aqui há oportunidades melhores pois tudo está acontecendo no Brasil. Quero continuar participando desse crescimento&#8221;, diz ele. O futuro ainda é incerto para Norinder. &#8220;Estou buscando novos projetos. No curto prazo, devo trabalhar com consultoria mas isso não está 100% definido&#8221;, esclarece.</p>
<p>Seja por motivos pessoais ou profissionais, há cada vez mais casos semelhantes ao de Norinder. São executivos estrangeiros que chegam ao país como expatriados e acabam decidindo ficar após o término de seus contratos de expatriação. &#8221; Nos últimos dois anos, notamos um aumento significativo no número de profissionais que optaram por ficar no Brasil&#8221;, afirma Tiago Salomão, consultor sênior da empresa de recrutamento Korn/Ferry International.</p>
<p>Salomão explica que cada companhia tem uma política diferenciada em relação à expatriação de executivos. Assim, o período permitido pela empresa para que o profissional fique fora de seu país de origem varia. De forma geral, no entanto, o executivo é mandado para o exterior por um número predeterminado de anos a fim de cumprir uma missão, que pode ser a implementação de um projeto, de uma unidade de negócio ou até mesmo a transferência de tecnologia ou conhecimento. Após a conclusão do objetivo, o executivo normalmente volta para casa, em um processo conhecido como repatriação.</p>
<p>Ao decidir permanecer no Brasil, o profissional tem algumas opções: estender o contrato de expatriação por mais alguns anos, ser contratado localmente pela unidade brasileira da multinacional ou se desligar da empresa e buscar novos projetos. Raquel Teixeira, sócia de imigração da Ernst &amp; Young Terco, ressalta que, em qualquer cenário, o executivo precisa ter um visto que lhe permita morar e trabalhar no país. Alguns executivos estrangeiros adquirem o direito de permanecer, segundo Raquel. Isso acontece após quatro anos de trabalho no país, se ele for casado com uma brasileira ou se tiver filhos brasileiros. &#8220;Ao decidir permanecer, principalmente se não estiver vinculado a uma empresa, ele vai precisar se informar das obrigações legais, migratórias e fiscais para não ficar na ilegalidade&#8221;, afirma Tatiana da Ponte, sócia-líder de capital humano da Ernst &amp; Young Terco.</p>
<p>Há nove anos no Brasil, o argentino Pablo Fava, gerente geral de automação de sistemas na Siemens, veio para cá quando seu país enfrentava uma difícil situação econômica. Ele trabalhava na companhia na Argentina quando soube, internamente, que havia oportunidades na unidade brasileira. Inicialmente, ele veio para ficar dois anos, mas acabou estendendo seu contrato para completar cinco anos. &#8220;Tive a chance de voltar para a Argentina depois, mas a oportunidade de trabalho aqui era melhor, tanto no aspecto financeiro quanto para o desenvolvimento da carreira&#8221;, conta Fava.</p>
<p>Irene Azevedo, diretora de negócios da DBM, consultoria internacional especializada em transição de carreira, afirma que as oportunidades de negócios abundantes no Brasil são responsáveis pelo número cada vez maior de executivos estrangeiros que decidem permanecer no país. &#8220;As chances de uma boa recolocação na Europa e nos Estados Unidos, principalmente para um executivo de alto escalão, não são muito boas atualmente&#8221;, diz Irene. &#8220;Dependendo do nível que o profissional já alcançou, voltar para a mesma companhia em seu país de origem não é viável&#8221;, completa.</p>
<p>Para o alemão Mesut Eken, gerente de controladoria da Siemens, é mais vantajoso financeiramente ter um contrato local no Brasil do que ser expatriado nesse momento. &#8220;Os salários, hoje, são superiores no Brasil&#8221;, diz ele, que pisou no país pela primeira vez em 2002. Na época, Eken chegou para implementar um projeto de redes de celular que duraria oito meses. Acabou ficando dois anos como expatriado. Voltou para a Alemanha e, em 2009, teve novamente a oportunidade de vir ao Brasil. Dessa última vez, optou pelo contrato local.</p>
<p>Tatiana, da Ernst &amp; Young Terco, explica que o contrato de expatriado dá alguns benefícios ao executivo, como ajuda financeira para moradia e escola dos filhos. A contribuição previdenciária nesses casos também continua sendo feita no país de origem. &#8220;A partir do momento que o profissional passa a ter um contrato local, normalmente perde essas vantagens e passa a seguir as políticas locais da companhia&#8221;, diz a consultora.</p>
<p>Após 21 anos de carreira no banco europeu BNP Paribas, o espanhol Ramon Corominas decidiu abrir mão de todos os benefícios que uma grande companhia oferece para ficar no Brasil. Ele chegou aqui como expatriado em 2005, no cargo de vice-presidente da Cetelem, braço do grupo BNP Paribas. Há pouco mais de um ano, o banco impôs que ele voltasse para a Europa. Com a família perfeitamente adaptada ao Brasil, Corominas acabou se desligando da instituição para poder permanecer no país. &#8220;Foi uma decisão muito difícil, mas o lado pessoal pesou muito na minha escolha&#8221;, conta o espanhol, que agora administra a franquia imobiliária Remax.</p>
<p>No caso de Corominas, ficar no Brasil foi muito mais uma questão pessoal do que profissional, já que ele teria uma posição em cargo executivo garantida na sua volta à Europa. Irene, da DBM, diz que não é raro isso acontecer. &#8220;Além das oportunidades de carreira, que influenciam as decisões, o estilo de vida brasileiro também cativa os estrangeiros. Se o executivo e sua família se adaptam à nossa cultura, é difícil tomar a decisão de ir embora&#8221;, diz ela.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.minerviniexport.com/pt/2012/01/12/brasilexecutivos-vem-trabalhar-no-brasil-e-nao-querem-ir-embora/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil no mundo</title>
		<link>http://www.minerviniexport.com/pt/2012/01/10/brasil-no-mundo-2/</link>
		<comments>http://www.minerviniexport.com/pt/2012/01/10/brasil-no-mundo-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 07:50:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicola Minervini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos-pt]]></category>
		<category><![CDATA[Check-list-pt]]></category>
		<category><![CDATA[america latina]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil e a exportacao]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil e o mundo]]></category>
		<category><![CDATA[brasile]]></category>
		<category><![CDATA[come entrare in Brasile]]></category>
		<category><![CDATA[consulenza brasile]]></category>
		<category><![CDATA[esportare in Brasile]]></category>
		<category><![CDATA[Export]]></category>
		<category><![CDATA[exportacao]]></category>
		<category><![CDATA[investire in Brasile]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[nicola minervini]]></category>
		<category><![CDATA[o exportador]]></category>
		<category><![CDATA[vendere in Brasile]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.minerviniexport.com/?p=2444</guid>
		<description><![CDATA[Brasil no mundo
23.12.2011 &#8211; 22h23
2012: a agenda internacional do Brasil
Fábio Pereira Ribeiro*  Blog revista  Exame
O Brasil mudou, e toma um grande rumo. Passou por duas grandes crises de forma tranqüila, ganhou importância e relevância internacional, e a partir do próximo ano começa a ganhar os resultados dos frutos produzidos no Pré Sal e no investimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/">Brasil no mundo</a></strong></p>
<p>23.12.2011 &#8211; 22h23</p>
<p><strong>2012: a agenda internacional do Brasil</strong></p>
<p>Fábio Pereira Ribeiro*  Blog revista  Exame</p>
<p>O Brasil mudou, e toma um grande rumo. Passou por duas grandes crises de forma tranqüila, ganhou importância e relevância internacional, e a partir do próximo ano começa a ganhar os resultados dos frutos produzidos no Pré Sal e no investimento em tecnologia, mas ao mesmo tempo o país sofre de problemas sérios que geram riscos efetivos no processo de desenvolvimento econômico e social. Mas o trabalho para 2012 é sério e precisa ter muita firmeza de propósitos para realmente conseguir os resultados esperados.<span id="more-2444"></span></p>
<p>Considerando o novo posicionamento que o sistema internacional enxerga para o Brasil, o mesmo precisa ter uma agenda firme e importante para que consiga efetivar suas taxas de crescimento. O país não é mais um “país latino americano de terceiro mundo”, hoje é de relevância mundial, e tem condicionantes de política externa maiores que as grandes potências, por exemplo o petróleo e a comida do Brasil literalmente sustentam a China, e quiça no futuro a Europa.</p>
<p>2012 é um ano de esperanças e de continuação do crescimento brasileiro, mas ao mesmo tempo de definições de rumos, considerando os cenários de Copa do Mundo, de Olimpíadas e do próprio crescimento orgânico do país.</p>
<p>A agenda tem que ser pensada de uma forma, onde o mundo começa definitivamente a pensar que o Brasil é a grande potência estratégica do século XXI:</p>
<p>- ampliar o número de estudantes no ensino superior e a presença dos mesmos em convênios internacionais;</p>
<p>- melhorar drasticamente a qualidade do ensino fundamental, a base é tudo;</p>
<p>- produzir pesquisa de qualidade e com aplicação prática nos problemas do país;</p>
<p>- ampliar as relações com a África, principalmente de língua portuguesa;</p>
<p>- concretizar as relações em bloco do BRICS;</p>
<p>- rever as agendas com os países do chamado “eixo do mal”;</p>
<p>- desenvolver o posicionamento estratégico do Mercosul;</p>
<p>- ampliar as relações com Peru, Chile e Colômbia;</p>
<p>- tolerância zero no processo de defesa das fronteiras;</p>
<p>- desenvolver o suporte aos empresários brasileiros no exterior;</p>
<p>- ampliar a marca “Brasil” em África e Ásia;</p>
<p>- efetivar os investimentos aos empresários brasileiros em África via BNDES;</p>
<p>- e por fim, conquistar a posição efetiva no Conselho de Segurança da ONU,</p>
<p>Se o Brasil resolver esta agenda em 30%, claro que seremos uma grande potência mundial.</p>
<p>*Fábio Pereira Ribeiro<br />
 é especialista em finanças, inteligência estratégica e política internacional. É diretor de Marketing e Novos Negócios da Strong Educacional Esags. fabio@strong.com.br</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.minerviniexport.com/pt/2012/01/10/brasil-no-mundo-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil: Governo pretende estimular exportações de pequenas empresas</title>
		<link>http://www.minerviniexport.com/pt/2012/01/10/brasil-governo-pretende-estimular-exportacoes-de-pequenas-empresas/</link>
		<comments>http://www.minerviniexport.com/pt/2012/01/10/brasil-governo-pretende-estimular-exportacoes-de-pequenas-empresas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 07:35:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicola Minervini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos-pt]]></category>
		<category><![CDATA[Export News]]></category>
		<category><![CDATA[america latina]]></category>
		<category><![CDATA[brasile]]></category>
		<category><![CDATA[come entrare in Brasile]]></category>
		<category><![CDATA[consulenza brasile]]></category>
		<category><![CDATA[esportare in Brasile]]></category>
		<category><![CDATA[Export]]></category>
		<category><![CDATA[investire in Brasile]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[nicola minervini]]></category>
		<category><![CDATA[o exportador]]></category>
		<category><![CDATA[vendere in Brasile]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.minerviniexport.com/?p=2439</guid>
		<description><![CDATA[Economia
04/01 às 11h53 &#8211; Atualizada em 04/01 às 12h03
Governo pretende estimular exportações de pequenas empresas
Jornal do Brasil

A secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Tatiana Lacerda Prazeres afirmou que o Governo está avaliando a possibilidade de ampliar ações de exportação para pequenas empresas. Durante o programa de rádio &#8220;Brasil em Pauta&#8221;, produzido pela Secretaria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.jb.com.br/economia/">Economia</a></strong></p>
<p>04/01 às 11h53 &#8211; Atualizada em 04/01 às 12h03</p>
<p><strong>Governo pretende estimular exportações de pequenas empresas</strong></p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Jornal do Brasil</span></em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A secretária de Comércio Exterior do Ministério do <a href="http://www.jb.com.br/economia/noticias/2012/01/04/governo-pretende-estimular-exportacoes-de-pequenas-empresas/">Desenvolvimento</a>, Tatiana Lacerda Prazeres afirmou que o Governo está avaliando a possibilidade de ampliar ações de exportação para pequenas empresas. Durante o programa de rádio &#8220;Brasil em Pauta&#8221;, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), a secretária disse que algumas medidas incluem a facilitação logística e de crédito.<span id="more-2439"></span></p>
<p>&#8220;É importante que facilitemos o acesso ao financiamento para essas empresas, de modo que elas possam contribuir mais para o <a href="http://www.jb.com.br/economia/noticias/2012/01/04/governo-pretende-estimular-exportacoes-de-pequenas-empresas/">comércio</a> exterior brasileiro&#8221;, disse. De acordo com Tatiana, os Correios são um recurso interessante para o início das pequenas empresas no mercado internacional</p>
<p>&#8220;O governo federal também está estimulando a utilizando de trading companies por parte das empresas de menor porte, para que elas possam dar um passo rumo ao mercado externo&#8221;, afirmou. As trading companies são empresas dedicadas <a href="http://www.jb.com.br/economia/noticias/2012/01/04/governo-pretende-estimular-exportacoes-de-pequenas-empresas/">exclusivamente</a> ao mercado externo, que podem adquirir produtos de empresas que ainda não exportam.</p>
<p>O governo está providenciando um conjunto de medidas que vão contribuir com o aumento das exportações, afirmou. O foco, segundo Tatiana, são os produtos com conteúdo <a href="http://www.jb.com.br/economia/noticias/2012/01/04/governo-pretende-estimular-exportacoes-de-pequenas-empresas/">tecnológico</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.minerviniexport.com/pt/2012/01/10/brasil-governo-pretende-estimular-exportacoes-de-pequenas-empresas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil: Rio exportou mais 134% de moda nos últimos dez anos</title>
		<link>http://www.minerviniexport.com/pt/2012/01/10/brasil-rio-exportou-mais-134-de-moda-nos-ultimos-dez-anos/</link>
		<comments>http://www.minerviniexport.com/pt/2012/01/10/brasil-rio-exportou-mais-134-de-moda-nos-ultimos-dez-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 07:09:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicola Minervini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos-pt]]></category>
		<category><![CDATA[Export News]]></category>
		<category><![CDATA[america latina]]></category>
		<category><![CDATA[come entrare in Brasile]]></category>
		<category><![CDATA[comercio exterior]]></category>
		<category><![CDATA[consulenza brasile]]></category>
		<category><![CDATA[esportare in Brasile]]></category>
		<category><![CDATA[exportacao do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[investire in Brasile]]></category>
		<category><![CDATA[moda brasil]]></category>
		<category><![CDATA[nicola minervini]]></category>
		<category><![CDATA[o exportador]]></category>
		<category><![CDATA[vendere in Brasile]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.minerviniexport.com/?p=2433</guid>
		<description><![CDATA[Rio exportou mais 134% de moda nos últimos dez anos
Agencia Brasil

A estratégia de ação do Rio de Janeiro no setor de moda voltou-se para o aspecto em que é mais difícil ter uma competição direta: a criatividade
Rio de Janeiro &#8211; As exportações fluminenses de moda cresceram 134% nos últimos dez anos, de acordo com informação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Rio exportou mais 134% de moda nos últimos dez anos</h1>
<p>Agencia Brasil</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A estratégia de ação do Rio de Janeiro no setor de moda voltou-se para o aspecto em que é mais difícil ter uma competição direta: a criatividade</p>
<p>Rio de Janeiro &#8211; As exportações fluminenses de <strong><span style="text-decoration: underline;">moda</span></strong> cresceram 134% nos últimos dez anos, de acordo com informação divulgada hoje (9) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O valor exportado subiu de US$ 9,414 milhões para US$ 22,027 milhões, elevando a participação do estado no ranking nacional de vendas do setor de 3,63%, em 2001, para 13,46% até novembro do ano passado.<span id="more-2433"></span></p>
<p>Os dois maiores exportadores do setor da moda nacional, que são os estados de São Paulo e Santa Catarina, experimentaram diminuição nas exportações, no período pesquisado. Em São Paulo, a retração foi 25,04%, passando de US$ 72,95 milhões para US$ 54,68 milhões. Santa Catarina, por sua vez, exportava US$ 104,87 milhões, em 2001, e caiu 53,30%, atingindo US$ 48,97 milhões, em 2011. Na década, a exportação brasileira de moda também mostrou redução de 36,80% (de US$ 259 milhões para US$ 163,69 milhões).</p>
<p>Embora ocupe a terceira posição entre os maiores exportadores do país, o Rio de Janeiro apresentou valorização no preço médio dos produtos de moda exportados de 185,9% entre 2001 e 2011. O preço médio por quilo passou de US$ 32,30 para US$ 92,34. Em São Paulo, o preço médio por quilo atingiu US$ 53,65 no ano passado, até novembro, e em Santa Catarina alcançou US$ 36,29.</p>
<p>O gerente do Centro Internacional de Negócios (CIN) do sistema Firjan, João Paulo Alcântara, disse à Agência Brasil que a valorização do preço médio do produto de moda fluminense vendido ao exterior “é uma constatação que vem se confirmando a cada pesquisa que o Rio de Janeiro atingiu de fato um equilíbrio. Conseguiu crescer o volume financeiro de suas exportações de moda e também o preço médio das exportações. É vender mais por mais. Mais volume financeiro, por um preço cada vez maior”.</p>
<p>Alcântara atribuiu a expansão das exportações fluminenses de moda à agregação de valor dada aos produtos embarcados. “A diferenciação e a qualidade do produto feito no Rio de Janeiro são a fórmula do sucesso até aqui. Tem sido focar em um nicho de mercado onde ele não vai competir exclusivamente em preço. A opção se dá pelo design, pela qualidade. O preço é um fator importante, mas não é o principal”.</p>
<p>Ele destacou que o cenário mundial não coloca o Brasil como um país competitivo no setor. “As condições de produção no Brasil não são convidativas, seja pelas questões cambiais ou pelo ambiente tributário. Os países asiáticos apresentam melhor condição para serem mais baratos em termos produtivos”.</p>
<p>Por isso, a estratégia de ação do Rio de Janeiro no setor de moda voltou-se para o aspecto em que é mais difícil ter uma competição direta, que é na criatividade, ressaltou. “O mercado percebeu a capacidade do Rio de Janeiro se diferenciar e essa estratégia foi incorporada pelas empresas. Esse foi o ponto central”.</p>
<p>Os Estados Unidos permanecem como o maior destino das exportações de moda fluminense, com 31% do total, seguido da França (16%), de Portugal (7%), do Japão e de Angola (cada um com 5%).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.minerviniexport.com/pt/2012/01/10/brasil-rio-exportou-mais-134-de-moda-nos-ultimos-dez-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

