Minervini na Fiesc em Florianopolis abordando o tema “redes de empresas

Empresas devem trabalhar em rede para reduzir custos na exportação

Especialista Nicola Minervini em palestra na FIESC

Florianópolis, 29.9.2010 – As empresas de pequeno e médio portes têm que trabalhar em rede, afirmou o especialista em comércio internacional Nicola Minervini, durante workshop promovido pela FIESC, nesta quarta-feira (29). Companhias desse tamanho têm dificuldade de competir sozinhas no mercado internacional, que exige produtos excelentes e, por conseqüência, investimentos. A partir do momento em que se trabalha em grupo, há divisão dos custos e os benefícios são coletivos, disse Minervini, autor do livro “O Exportador”, uma referência para quem trabalha na área. Leia o resto do post »

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Brasil e Italia: novas oportunidades




Encontro discute comércio entre Brasil e Itália na ACP


Na última quarta feira, cerca de 60 empresários italianos e brasileiros se reuniram na Associação Comercial do Paraná (ACP) para discutir relações econômicas entre o Paraná e Itália. O objetivo, segundo o presidente da ACP, Edson Ramon, “é estimular o relacionamento comercial com o Brasil e interagir com os demais países”. Para Ramon o Paraná tem vocação para ser um estado agroindustrial embora haja pretensão de crescimento em outros setores.

“Atualmente cerca de quatro milhões de italianos residem no Brasil, a maioria no Rio Grande do Sul”, declara o embaixador Italiano Geraldo La Francesca, que define a atual relação Brasil-Itália “como um momento mágico, pois nos sete primeiros meses desse ano cresceu em 33% o número de importações brasileiras, entre eles roupas, alimentos, maquinários e móveis para a indústria moveleira”. Leia o resto do post »

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Entrevista: O exportador é uma espécie de embaixador de seu país

Minervini: ‘tema de casa’ do
exportador passa pela análise realista
sobre sua competitividade.

O italiano Nicola Minervini é formado em engenharia eletrônica na Itália e em economia e comércio no Brasil, onde trabalha há 25 anos. Atua como executivo em empresas multinacionais e como consultor em projetos de exportação voltados às PMEs para entidades latinoamericanas e europeias. Colabora com diferentes cursos universitários e é autor da metodologia "export check-up" e o modelo SIPE (consórcios de promoção de exportação).

Nesta entrevista, Minervini fala sobre o tema de casa do exportador e a importância e responsabilidade do empresário em um contexto internacional, entre outros temas.

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Trechos de uma entrevista à imprensa Brasileira

1 – Onde a empresa pode buscar orientação sobre os processos de exportação? Como Começar?

Basta contatar: Sebrae, Apex, MDCI, SECEX, FUNCEX, Banco do Brasil, Correios.

Como Começar?

Nada melhor que visitar, se tiver disponibilidade, a maior feira internacional do setor ao qual pertence a empresa, para dar-se conta sobre que possibilidade teria com seu produto frente a concorrência internacional

2 – O processo de exportação, seja para empresas de grande e pequeno porte, necessita de mudanças organizacionais ou estruturais?

Claro: o fato de ter um produto que vende no mercado interno, não quer dizer que possa exportar. Muitas vezes a empresa, primeiro tem de adquirir mais competitividade no mesmo mercado interno para depois pensar na exportação. E’ muito provavel que vai necessitar de mudanças estruturais ( qualidade, tempos de entrega, embalagem, informações, fornecedores, etc.)

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BRICKS – Os Brics e os chips – Luiz Carlos Kretly

Artigo publicado pelo site “Global 21” em 7/12/2009

O Brasil é o único país do bloco conhecido como os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) que não tem uma fábrica de circuitos integrados, os chips.

Não se trata simplesmente de uma disputa entre países em desenvolvimento, mas uma realidade surpreendente. O Brasil envidou esforços, no final da década de 1970, para tentar consolidar uma indústria de microeletrônica. Os chips são os componentes que dão vida a todos os aparelhos celulares, notebooks, computadores e TVs de LCD, plasma e LED, e todo e qualquer equipamento eletrônico tem um chip, que é seu componente funcional.

A importação de 100% dos chips é uma das maiores responsáveis pelo peso negativo na balança comercial, podendo chegar anualmente em média a US$ 3,2 bilhões, num mercado mundial que movimenta perto de US$ 280 bilhões. Ora, como, então, vivemos sem fabricá-los?

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